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POIS É

As eleições já ficaram para trás, o mundo está prestes a acabar e eu nem me dei conta do tempo. Estive ocupada acompanhando o julgamento do mensalão. Foram meses pensando, tentando entender e torcendo, a partir das evidências, para que todos fossem parar na cadeia. Eu disse TODOS! Vou ter que esperar mais...

Agora tem a tal Rosemary, figura “importantíssima” para a política brasileira (considerando as atitudes do seu ex-chefe), que está prestes a se explicar para o povo. Vai ser muito interessante, pois se nem quem a colocou na esfera política sabia do que ela seria capaz, imagine os pobres contribuintes. Mas estou disposta a acompanhar tim-tim por tim-tim. Se precisar gritar, divulgar ou espernear eu farei, pois detesto quando alguém tenta me passa um diploma de burrice. Burro é quem não consegue enxergar o que acontece diante do próprio nariz.

E tem mais, se o Dirceu foi preso, é problema dele. Se o PT começou com presos políticos e vai acabar com os políticos presos, eu acho é pouco.  Se a cadeia é um lugar que precisa de melhores cuidados, problema dos presos...

Eu quero que as escolas sejam lugares melhores. Que os Professores tenham condições e liberdade para realmente desempenharem seus papéis de ensinar. Sim, ensinar porque “educar” é papel dos pais e da família, em minha opinião.

Quero que as nossas crianças tenham uma boa educação e não uma bolsa-miséria qualquer. Quero que os hospitais sejam lugares confiáveis e confortáveis. Quero que a Justiça dos homens seja igual para todos. Quero a reforma fiscal. Quero que o meu País seja considerado bom não por que todos podem comprar carros sem IPI, mas por ter um excelente transporte público. Quero que as pessoas consigam enxergar que não podem mais acreditar em maus políticos. Quero que minha cidade seja uma cidade melhor e que o povo entenda, de uma vez por todas, que não pode jogar papel no chão, que não pode ouvir música no maior volume dentro de um carro. Quero que os idosos tenham mais conforto e respeito. Quero dias melhores. Quero as mudanças necessárias para que tenhamos um mundo melhor em 2013, 14 e os outros que Deus nos permita.

E quero mais: Quero que rasguem a reforma ortográfica.

Pois é. Falei!



Escrito por Layse Ferreira às 17h50
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VAI ESPERANDO...

A verdade é o estado natural das coisas e devemos sempre busca-la, seja qual for a sua natureza – boa ou ruim, certa ou errada.

Nunca tive qualquer tipo de arrependimento por pensar assim, mas ontem, no supermercado, fiquei numa verdadeira “saia justa” para expor o que entendo por verdade.

Eu passava as compras no caixa quando a moça que fazia a embalagem conversava com a sua colega:

- Em quem tu “vai” votar?

- Não sei! Foi a resposta. Depois de alguns segundos completou: - Hum.... Eu queria mesmo era aproveitar o feriado para ficar em casa lavando as roupas, arrumando a casa e curtindo a minha família.

 - Eu também!  E, sacudindo a cabeça como se negasse a verdade, virou-se para mim num tom de intimidade:

- Tu “vota” aqui?

- Infelizmente não! Respondi.

- Por que “infelixmente” (num tom bem carioca) se nós não temos em quem votar? Disse-me baixinho.

No mesmo tom, para evitar que outras pessoas percebessem sobre o que falava, eu disse-lhe:

- Infelizmente, porque eu acho que temos obrigação de decidir sobre o futuro da nossa comunidade e isso só é possível através do voto. Temos que ter a responsabilidade de fazer o melhor, escolhendo pessoas que possuam condições de representar-nos com ética, moral e, sobretudo, capacidade. Não adianta ser uma “pessoa do bem”. Precisa ter capacidade e conhecimento para assumir um cargo público tão importante.

- Pois é: Essas pessoas ganham bem e vivem roubando, mentindo... Ficam lá só pra dizer que é vereador ou prefeito! Ouvi como resposta.

- Eles fazem isso exatamente porque não estão preparados para assumirem tal responsabilidade. Informei. - Eu gostaria de poder votar, mas meu título é de outra cidade. Quem sabe um dia isso muda e, assim como posso sacar dinheiro de uma agência bancária de outra cidade, eu também possa votar com um título do tipo “cartão eletrônico”?

- Hum... hum... Vai esperando!... - É dinheiro ou cartão? Perguntou-me, com tom de quem precisava acabar a conversa.

- Cartão! Disse-lhe já de cabeça baixa procurando a bolsa.

Peguei as compras e fui para o carro. Guardei tudo, dei partida, mas resolvi voltar. Precisava dizer o que eu realmente pensava. Esperei que a cliente que estava sendo atendida sair e falei:

- Moças, depois de ver o Lula servindo de “garoto propaganda” para tantos candidatos, eu gostaria de seguir a linha de pensamento de vocês, mas isso só serviria para “engrossar o caldo” desses maus políticos...  Eu voltei aqui para dizer-lhes que bom mesmo seria sair de casa, com responsabilidade, para exercer o direito de escolha e voltar com a sensação do dever cumprido!

- Vai esperando! Ouvi outra vez.



Escrito por Layse Ferreira às 20h01
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Rogai por nós!

Estamos em plena festa de Sant’Anna. Aproveito esse momento de fé para rogar melhores dias para a nossa cidade e nosso povo - precisamos da proteção da nossa Padroeira, pois a corrida pelo voto já começou.

Sei que antes de qualquer decisão devo pensar e repensar sobre as propostas apresentadas pelos candidatos e analisar se elas são possíveis: Óbidos está localizada no coração da Amazônia e precisa trabalhar o turismo, mas antes de alguém prometer a construção de um teleférico no laguinho, precisará pensar em cuidar da paisagem - que é feita de banheiros a céu aberto. Antes de se pensar em agricultura, é preciso pensar em educação ambiental e assim por diante.

Tenho orgulho da minha cidade, da minha cultura, da minha gente e terei cuidado para que o meu representante pense como eu. Para isso, eu preciso conhecê-lo bem, pensar como parte de uma sociedade e entender que os interesses da comunidade devem estar acima de quaisquer interesses individuais - meus ou dos candidatos.

Quero ajudar a transformar o voto num instrumento para servir ao bem-estar da comunidade e é por isso que, com fé, eu peço:

... Sant'Ana, nossa protetora,

No pelejar da vida atroz,

Na tentação perseguidora,

Rogai sempre, rogai por nós! 



Escrito por Layse Ferreira às 15h45
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A CARRUAGEM VAI PASSAR

Falar de política é necessário - o voto está em nossas mãos, mas nos faltam informações sérias sobre as condutas dos candidatos. Assim, vivemos dentro de um bonde sem trilho, onde o rumo é ditado de acordo com os interesses de poucos e é difícil sair desse vagão.

Lamentavelmente, por essas e outras, nós somos vistos como um mero curral eleitoral. Mas a saída existe e dá até pra ver a luz no fim do túnel. Se olharmos e divulgarmos o site abaixo, estaremos contribuindo para a grande virada do jogo. Vejam:

http://congressoemfoco.uol.com.br/veja-quem-sao-os-parlamentares-candidatos-a-prefeito.html

A partir desse site vamos tentar responder quatro perguntinhas básicas:

1 - Se o candidato “X” foi eleito para exercer o cargo de Deputado, tem sentido abandonar tal cargo para concorrer a alguma prefeitura?

2 - Como ficam os eleitores que acreditaram num representante regional?

3 - O que quer REALMENTE esse candidato?

4 - Politica é sinônimo de EMPREGO?

Sei que o blog não tem cunho político, mas é melhor pensarmos bem antes de votar, pois se ficarmos apenas vendo a carruagem passar um dia só nos restará puxá-la.... 



Escrito por Sentinela às 12h04
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É bom saber....

Tenho acompanhado os noticiários nacionais sobre CPI disso - CPI daquilo e fiquei interessada em saber o que é a tal CPI. Descobri o seguinte: “Ela é um instrumento institucional presente no Poder Legislativo desde a Constituição de 1934. Através dela, parlamentares agem em nome da respectiva instituição, investigando e fiscalizando a gestão do bem público e tomando as medidas necessárias para punição dos culpados, caso algo esteja realmente errado.” Ou seja, é um instrumento que serve para apurar “maracutaias” dos nossos representantes e é de vital importância para os eleitores que estão contentes com novelas, jogos de futebol e fuxicos sem muita importância.

Já a Imprensa de Óbidos nos informa sobre a inauguração do Hospital Municipal, gerando um “Deus nos acuda” sem tamanho e com razão, pois se “Hospital” significa “estabelecimento, público ou particular, aparelhado com todos os recursos médicos e cirúrgicos para o tratamento dos doentes”, a notícia deveria ser sobre a inauguração do prédio onde um dia (quem sabe?) funcionará o hospital. Seria ou não seria mais correto?

O problema é que o Brasil é um País grande e nossos olhos não conseguem ver tudo o que acontece por debaixo dos panos, portanto é bom ficarmos espertos e agirmos preventivamente. Somente nós, eleitores, podemos mudar.

Que tal agirmos como na vida real?  Ao alugarmos um imóvel temos o cuidado de ver o que funciona e o que não funciona. Discutimos preço, cláusulas e deixamos tudo bem explicadinho para evitar problemas futuros, certo? Então, nas próximas eleições vamos ver se as condições ditadas pelos candidatos realmente nos interessam... É bom saber que o “contrato”, nesse caso, é o voto!



Escrito por Sinhá às 11h46
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RESPEITO É BOM....

Estamos vivendo a expectativa de descobrir os candidatos a prefeito do nosso Município. Em época de eleição é comum ouvirmos opiniões negativas sobre esses candidatos. As pessoas falam como se elas não fossem responsáveis por absolutamente nada, já perceberam?

Ora, se vivemos numa democracia, que nada mais é do que é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), por meio de representantes eleitos, os eleitores são os principais responsáveis por tudo o que acontece.  Portanto, se o candidato “A” não tem qualidade e nem capacidade administrativa para gerir o nosso Município, o correto é deixa-lo de lado e partir em busca de outro que consiga desempenhar a tarefa com mais qualidade. Isso se faz através do voto.

Precisamos estar atentos, votar certo e lembrar que não só o político deve ter conduta ilibada. Esta deve ser também uma característica do eleitor, pois ele é quem escolhe o seu representante. Sem responsabilidade, comprometimento e seriedade o eleitor poderá fornecer a corda para o seu próprio enforcamento e as coisas continuarão do mesmo jeito.

Administrar a coisa pública é muito mais do que fornecer telhado para a casa deste ou daquele, prometer emprego, camiseta, dentaduras, enfim... Administrar a coisa pública é zelar pelo patrimônio de todos, com ética e decência para assegurar interesses coletivos.  Todos nós precisamos de coisas básicas como saúde, educação e segurança. É pra isso que elegemos nossos representantes e é por isso que Óbidos deve lutar.

Estejamos atentos para cada plano de governo apresentado, sem esquecer que esses planos possuem regras e que não basta prometer asfaltar ruas e cuidar do carnaval. Precisamos de projetos bem feitos e fundamentados. Precisamos de transparência, pois já estamos cansados de não saber o que realmente acontece com o dinheiro público.

Precisamos pensar bem, repensar e, principalmente, respeitar o voto. Se o trocarmos por uma cesta básica, nada mais teremos a receber.

É isso mesmo... RESPEITAR O VOTO. Respeito é bom e todo mundo gosta!



Escrito por Pauxiuara às 21h28
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Já está na hora de virar o jogo!

O ano de 2012 chegou sem muito alerde. Parece que todos estavam ocupados com o carnaval que começou ainda em 2011. Ninguém, além do obidense, é capaz de compreender isso... Nosso povo dançou durante quase três meses e, considerando que um ano tem doze meses, não precisamos de muito para entender que três meses significam 25% de um ano inteiro.

Antes, a preocupação era entender as causas do plebiscito. Como ficou na mesma, a saída foi antecipar o carnaval para aproveitar o clima de festa dos interessados na “mesmice”.

Mas será que tudo ficara igual e o povo do Oeste do Pará continuará a ser ignorado, apesar do resultado regional do plebiscito?

- Sim! Mas como estamos em ano de eleição, isso basta para que as coisas “pareçam” ser diferentes.  Certamente aparecerão candidatos com promessas de consertar o que está errado e o governador (o mesmo que foi claramente contra a divisão do Estado), fará novas tentativas de, mais uma vez, enganar nossa gente, apoiando este ou aquele candidato já “de olho grande” nas eleições para o governo daqui ha dois anos. É assim que a coisa funciona.

Li sobre o início da construção do prédio do IFPA. Muito bom saber, mas teremos que fiscalizar e, se necessário, denunciar. Basta olhar para o terminal hidroviário que está lá, coitado, caindo aos pedaços, inacabado, para entendermos que inexiste comprometimento e seriedade. A antiga Praça dos Motoristas não foi inaugurada até hoje provavelmente porque faltou dinheiro para o coquetel e foguete. E o que dizer sobre a recuperação do Prédio do Forte?

Ora, se somos organizados para fazer o carnaval, divulgar nossa cultura, votar em massa a favor da divisão do Estado, está claro que temos força. Que tal pensarmos antes de fazer “campanhas eleitoreiras” e antes votar nas próximas eleições? Que tal usarmos nossa força para mostrar que estamos cansados?

Já está na hora de tirar a máscara, esquecer o carnaval e virar esse jogo!



Escrito por Obidense às 16h42
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Está na hora da onça beber água.

Não podemos mais admitir que na nossa cidade exista um hospital novinho em folha sem nenhum bisturi, sem camas, sem médicos, sem nada. Que a obra do porto de embarque continue parada e que sejamos vistos apenas como um “curral eleitoral”, como se aqui não existisse gente com dignidade, direitos, dores e necessidades.

Somos contribuintes, ora bolas. Apenas precisamos acreditar que a hora de amarrar a onça é essa.

Se ainda estamos duvidosos é porque sempre fomos mandados, enganados, diminuídos, desprezados e nunca entendemos, de fato, que a força está em nossas mãos. Por isso, no dia 11 de dezembro, pelo SIM ou pelo NÃO, teremos que lutar juntos. Se repartirmos, abriremos mão da única oportunidade de resolver a questão de uma vez por todas. Não podemos mais “deixar como está para ver como é que fica”. De qualquer forma, teremos que mudar!

Se optarmos pelo NÃO, precisaremos, obrigatoriamente, daqui para frente, dar um basta aos assédios de candidatos que aqui só aparecem de quatro em quatro anos e eleger, num futuro bem próximo, um obidense verdadeiro que nos represente lá na câmara dos deputados e diga que Óbidos existe e que o povo precisa de serviços básicos – saúde, educação, transporte, lazer e segurança. Mas tem que ser um obidense que tenha orgulho e comprometimento, pois só os projetos não bastam. Precisamos de ação, coragem, respeito, comprometimento e, sobretudo, orgulho de ser obidense.

Se optarmos pelo SIM, teremos maior chance de cuidar da nossa fatia com carinho e nos livrar desses tais candidatos profissionais, pois eles ficarão lá na “ilharga” de Belém para sempre e para a nossa salvação. Ainda assim, teremos que eleger um representante nosso – obidense de corpo e alma, que esteja disposto a abraçar a nossa causa e que nos dê conta do seu trabalho.

Está na hora da onça beber água e aqui em Óbidos pouco se fala sobre isso. As pessoas parecem não acreditar que é possível mudar.

Precisamos conversar para decidir, lembrando que isso só será possível se estivermos JUNTOS no SIM ou no NÃO e arcar com as conseqüências.

O que estamos esperando? 



Escrito por Sinhá às 09h44
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Nem tudo o que reluz é ouro!

Tenho observado os discursos sobre o SIM e o NÃO da divisão do Pará. Sinceramente nenhum lado me convenceu e eu estou aqui pensando exatamente no que fazer. 

Tem quem diga que o resultado de somar é maior do que o de dividir. Tem quem diga que o objetivo não é dividir o Pará, mas sim, multiplicá-lo. Lindo, não é? Chega a ser até engraçado, pois se o Pará, do jeito que está não é nada bom, que tal se multiplicarmos isso? Vai ficar uma coisa ruim multiplicada por três? É isso mesmo? Grande idéia!

Sabemos que o Pará é grande. Muito grande! Mas o que dizer do Brasil? Se formos nesse raciocínio teremos que fatiar o Brasil, correto?

Pensar que trazer a capital para mais perto resolverá a questão é pura ingenuidade, vez que as cidades que ficam em torno de Brasília são extremamente carentes de segurança, saúde, saneamento e por ai vai. Então, nada disso resolverá!

Sabemos, também, que muitas cidades próximas de Belém não são grandes coisas. A própria periferia de Belém merece alguns cuidados até então nunca tidos. Sabemos que nossas crianças morrem na maternidade por falta de cuidados. Portanto, de nada adianta querer proximidade da capital.

Acho que a nossa questão é outra e que a resposta não está no SIM ou no NÃO, mas nas próximas urnas para eleição de deputados, vereadores, prefeitos, governadores, senadores e o que mais tiver pela frente. Temos que parar de receber esmolas de candidatos que jamais se preocuparam com o bem estar da coletividade. Estou falando em coletividade, pois todos precisamos de segurança, saúde, lazer, educação, transporte e etc...

É meus amigos, eu estou pensando em não votar por entender que SIM ou NÃO são insuficientes para resolver essa questão. Por entender que o que precisamos é de gente comprometida comandando o nosso Estado. Quando isso acontecerá?

Lamentavelmente, no nosso país, política é profissão... Por isso, precisamos pensar, não nos deixar levar pelos discursos “programados” e lembrar que NEM TUDO O QUE RELUZ É OURO!



Escrito por Obidense às 19h06
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Eu e quem?

 

Estive olhando na internet e nada achei sobre a Lei Orgânica do Município, porém encontrei um site que nos dá conta sobre os valores repassados para a prefeitura. Não entendi muito bem o que cada coisa significa, mas não desistirei de buscar informações a respeito.

Existe o portal da transparência. Anote ai para dar uma olhada: http://pa.transparencia.gov.br/%C3%93bidos .

Fui mexendo mais e localizei outras informações importantes:  http://pa.transparencia.gov.br/%C3%93bidos/receitas/convenios?pagina=1#paginacao . São números expressivos que nós, na qualidade de cidadãos, precisamos acompanhar. Nesse local estão, dentre outros, registrados valores destinados a construção do hospital, mas nenhuma liberação para aquisição de equipamento. Como podemos deixar um hospital sem camas, cadeiras, macas e etc.? O que falta para que nós possamos fazê-lo funcionar? De onde virão esses recursos? Onde buscaremos a resposta? Nossos Deputados Estaduais, o que fazem em nosso favor?

Segui buscando mais informações e encontrei: http://www.obidos.pa.gov.br/portal1/intro.asp?iIdMun=100115082 . É o site da Prefeitura de Óbidos. Nele pude ver poucas coisas e fiquei sem entender o motivo da sua existência. Informações sobre as finanças, por exemplo, que mais me interessaria, não existem. Veja lá no lado esquerdo – “Contas Públicas” e “Finanças Municipais” = Nada!

O que pensar? Será que Óbidos é só uma fonte de votos? Impossível acreditar!

O que conforta é que a galeria de fotos do site da prefeitura está sendo atualizada. Dá pra ver na página inicial - onde tem notícias sobre o carnaval, uma foto de três palhaços. Quem são? Eu e mais dois!

 



Escrito por Pauxiuara às 18h18
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314 ANOS

 

Parabéns, Óbidos!

Passo aqui para deixar o meu carinho e dizer que tenho orgulho de ser obidense. Que tento seguir o exemplo de força, coragem e grandeza para que, assim como meus irmãos ilustres, eu também consiga honrar o teu nome e poder sempre dizer:

- “Seus filhos venceram!

    Ninguém a venceu!

    Minha formosa PAUXI!

    Querida terra natal! (Francisco Manuel Brandão)

 



Escrito por Sentinela às 22h14
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O caminho das pedras

Deixo aqui minha opinião:

Se as obras iniciadas em Óbidos não são concluídas é porque o povo permite que isso aconteça. Ninguém questiona nada e os que arriscam um palpite o fazem apenas com belos discursos. Isso não resolve! Precisamos agir e cobrar dos nossos representantes. Todos eles estão lá para trabalhar pelo bem comum.

Temos uma ferramenta fantástica nas mãos - a internet. O que nos falta mais?

O site Brasil Escola nos dia o seguinte: “Os vereadores são eleitos juntamente com o prefeito e têm a função de discutir as questões locais e fiscalizar o ato do Executivo Municipal (Prefeito) com relação à administração e gastos do orçamento. Eles devem trabalhar em função da melhoria da qualidade de vida da população, elaborando leis, recebendo o povo, atendendo às reivindicações, desempenhando a função de mediador entre os habitantes e o prefeito”.

Ora, se os vereadores devem atender as reivindicações dos habitantes, devemos nos dirigir a eles.

E diz mais: “Outra importante atribuição a um vereador é a elaboração da Lei Orgânica do Município. Esse documento consiste numa espécie de Constituição Municipal, na qual há um conjunto de medidas para proporcionar melhorias para a população local. O prefeito, sob fiscalização da Câmara de Vereadores, deve cumprir a Lei Orgânica”.

Quem de nós conhece a Lei Orgânica do nosso Município?

Quem toma conhecimento do que acontece na Câmara Municipal?

Não! Não é difícil saber. Basta acessar www.camaradeobidos.com.br e ver o que acontece por lá. Precisamos participar. Precisamos ajudar nossos representantes com idéias e sugestões. Não podemos nos limitar a jogar pedras. Isso não resolve!!!

Que tal começarmos hoje?

Que tal acompanhar as obras que serão feitas no Forte Pauxis e verificar se o que está sendo feito tem qualidade e atenderá as necessidades do nosso Município?

Que tal ajudar a cuidar do nosso patrimônio histórico?

Todos nós pisamos, diariamente, num potencial turístico fantástico. Nossa estória pode ser vendida para os turistas que aqui aportam, mas ninguém ainda se deu conta disso. Em outros lugares, uma única pedra de uma ruina qualquer gera renda para grande parte da população e nós nos limitamos a “reclamar” sem objetivo nenhum.

Precisamos mudar. Que tal começar hoje, acompanhando o site da câmara? É fácil. Vejamos:

1: Digite www.camaradeobidos.com.br

2: No lado esquerdo tem escrito “Acesso Rápido”. Clique lá.

3: Observe que existe um campo denominado “Fale com a Câmara”.

Pronto, já dei o caminho das pedras. Agora é só participar!

Hoje é o primeiro dia da primavera – as flores estão chegando. Um belo dia para se pensar em colher os frutos que nossa cidade produzirá num futuro próximo. Vamos dar as mãos e buscar soluções?



Escrito por Sinhá às 08h54
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Será?

A notícia (http://www.xupaosso.com.br/index.php/noticias/716-obras-de-restauracao-do-forte-pauxis-deverao-comecar-em-breve) diz que “a obra de restauração e requalificação do Forte Pauxis é um convênio entre o Governo Federal e a Prefeitura Municipal de Óbidos.” Não diz, porém, qual empresa realizará o trabalho e de quem é a responsabilidade pelo seu acompanhamento, fiscalização e etc.

Pelo que eu entendi o prazo para o início das obras não foi cumprido. Então, posso concluir que o prazo do término já está comprometido. Queira Deus essa não seja mais uma “estória pra boi dormir”...

O que acontece com a nossa cidade? O que falta para que as coisas lá possam funcionar direitinho? Ora bolas, se estamos entre as nove cidades beneficiadas no Estado, deveríamos levantar as mãos para o céu e cuidar do que tem que ser cuidado.

Desta vez teremos que brigar. Não podemos deixar mais uma obra apenas começada. Isso nós já temos de sobra!

A Praça José Veríssimo parece que agora vai. Não sei pra onde, mas vai. Torço para que as próximas enchentes não sejam grandes, pois apesar de não entender de engenharia, ainda posso ver. Lamento dizer, mas o que eu vi não é nada bom. Vi que o que era a praça dos motoristas virou nada – pelo menos por enquanto. Vi também indignação de um conterrâneo ao presenciar pessoas (provavelmente responsáveis pela obra) medindo o local. Chegou a ser engraçado porque mediram de lá, mediram de cá, anotaram, cochicharam e o conterrâneo perguntou: “- E ai, companheiros, ela cresceu?”

Depois do caso passado, fiquei sabendo que vira e mexe alguém vai lá e mede o comprimento, largura e etc. Disseram-me, ainda, que as árvores serão cortadas. Torço para que elas sejam substituídas e para que o bom senso permita que elas possam crescer.

Será?

 



Escrito por Obidense às 17h47
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Evolução. O que é isso?

Evoluir é mudar com o tempo. Pode-se mudar para melhor ou para pior. Não podemos esquecer que um câncer também evolui.

Aqui em Óbidos fica complicado compreender o significado dessa palavra, pois ela sempre tem os dois sentidos. É paradoxal mesmo. Vejamos:

Exemplo 1: antes não tínhamos ruas pavimentadas e hoje as temos. Temos poucas, é verdade, mas temos. São mal pavimentadas, também é verdade, mas são pavimentadas (?). Pelo menos temos alguma coisa – não é o melhor, mas também não é o pior.

Exemplo 2: Temos o início de uma obra que “serviria” de terminal para embarque e desembarque de passageiros. Não podemos dizer que não temos um terminal para embarque de pessoas, afinal ele só não está concluído. Também não podemos só dizer que a tal “obra” deixa nossa cidade mais feia, pois se quisermos evoluir (para melhor) teremos que enfrentar esses probleminhas com a “aparência”. A cidade não está bonita com aquela “coisa” é claro, mas é só por um tempo, pois a obra só tem quase 10 anos e isso é nada para uma cidade que tem mais de 300 anos. É ou não é?

Exemplo 3: Foram plantadas algumas árvores nas nossas ruas. É verdade que elas não produzem frutos e nem sombra. Não produzem frutos porque não são árvores frutíferas - até ai tudo bem. O problema é que elas não produzem sombra porque não as deixam crescer. Tem alguém especializado em providenciar os cortes dos galhos - sabe-se lá pra que. Talvez para que não produzam sombras mesmo!... Mas espera ai ... Pra que servem as árvores que não produzem frutos ou não nos dão sombras? Outro dia ouvi um conterrâneo dizer que essas árvores são iguais os meninos da Etiópia. É triste, mas é verdade. Basta olhar para a rua Dom Floriano, nas proximidades da feira. Por falar nisso....

Exemplo 4: Temos uma feira para produtores rurais. Não é bem para produtores rurais, claro. Lá existem produtos “importados” da china, do Paraguai, do nordeste e de muitos outros lugares. Mas não podemos deixar de dizer que lá também existem produtos rurais que chegam do Município de Santarém, de São Paulo e etc. Também ninguém avisou de onde seriam esses produtos, não é? Mas a feira não é só para produtos rurais? É... Bem... Não sei, mas pode ser que alguém esteja plantando recipientes plásticos, chaves de fenda, roupas, utensílios de cozinha e tudo mais. Não podemos dizer que isso não é evolução, afinal plantar isso tudo deve ser o máximo....

Exemplo 5: As barraquinhas usadas durante o período da festa de Santana, que outrora eram montadas antes e desmontadas depois da festa, agora ficam lá o ano inteiro. É verdade que elas só são usadas para as festividades durante uns 20 dias do ano, mas não podemos dizer que não houve evolução. Claro que houve – passamos da palha para a madeira. Pena que durante os outros dias do ano elas ficam esperando a próxima festa - cheias de ratos, baratas, mato e, segundo moradores das redondezas, servindo de motel para alguns. Isso é que é evolução: Barracas “multiuso”.

Exemplo 6: Acabaram-se as guerras e reina a paz. Essa sim é uma grande evolução. O que não é compreensível é permitir que a nossa estória também se acabe. Li, na semana passada, no site www.xupaosso.com.br , a matéria "Fortaleza Gurjão" 100 anos de abandono. Acabar a guerra é uma evolução das boas, mas destruir a estória não tem a menor graça.

Existem muitos outros exemplos e o que está em evidência é a “Divisão do Estado”. Dividir poderá significar evoluir (para melhor), mas se os políticos continuarem os mesmos que estão “lutando” para que isso aconteça, será uma péssima coisa. Por que eu digo isso? Porque votei num cidadão para me representar na qualidade de deputado federal e dois anos depois ele esqueceu-se de mim tentando ser prefeito de Santarém. Ele simplesmente tentou deixar de lado toda a nossa região... Hoje eu não sei exatamente o que ele está querendo, mas sei, com absoluta certeza, que ele jamais terá o meu voto!

Por isso eu chego a seguinte conclusão: Só evoluiremos (para melhor) se deixarmos de votar nesses políticos que ai estão... Com certeza!!!

 



Escrito por Sentinela às 15h11
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Uffa!

Felizmente o dia 7 de setembro passou. Uffa!!! Não aguentava mais os “baticuns” dos tambores.

Na juventude eu também gostava de tocar na banda da minha escola, mas não fazíamos tanto barulho. Alguns dizem que a barulheira acontece em função do tal concurso de fanfarras e eu me pergunto: Pra que serve um concurso de fanfarra? O que as escolas ganham é maior do que as despesas? Vale a pena incomodar tanto as pessoas? Sinceramente, tenho pena dos que moram mais perto das escolas... Coitados!

Vi, no dia primeiro, a abertura da Semana da Pátria.  Eram poucas pessoas, num sol escaldante, ouvindo falatórios sem nenhum objetivo. Tudo pareceu acontecer em nome da obrigação. Patriotismo que é bom, eu não percebi. Uma pena!

Nos dias 5 e 7 as comemorações aconteceram no início da noite e as coisas melhoraram um pouco. Menos calor = a mais ânimo! Pode ser....

Mas não dá pra falar só dos baticuns dos tambores. O que dizer dos carros que estacionam nas proximidades da praça do ó e ficam ouvindo musicas de mau gosto na maior altura? Pô, se as pessoas gostam de bregas e forrós com gravações eletrônicas (horríveis), devem comprar um equipamento que sirva para enfiar no ouvido, ou onde bem entender, e deixar o resto da população em paz.

Aparentemente não existe nada na legislação municipal acerca da Lei do Silêncio, já que a polícia não toma conhecimento sobre o que acontece por lá. Se existe, só me resta acreditar que a polícia é surda ou é conivente.

Mas Óbidos é sem lei mesmo... No mês de JUL uma banda de forró fez uma gravação sei lá do que e colou cartazes nos muros da cidade. A gravação aconteceu e os cartazes continuam até hoje causando poluição visual. Quem sabe esperam pelas chuvas que possam lavá-los?

Ou é farra ou fanfarra e ninguém é responsabilizado por absolutamente nada!

 



Escrito por Pauxiuara às 13h57
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