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 Chupa Osso
 Folha de Óbidos




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RESPEITO É BOM....

Estamos vivendo a expectativa de descobrir os candidatos a prefeito do nosso Município. Em época de eleição é comum ouvirmos opiniões negativas sobre esses candidatos. As pessoas falam como se elas não fossem responsáveis por absolutamente nada, já perceberam?

Ora, se vivemos numa democracia, que nada mais é do que é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), por meio de representantes eleitos, os eleitores são os principais responsáveis por tudo o que acontece.  Portanto, se o candidato “A” não tem qualidade e nem capacidade administrativa para gerir o nosso Município, o correto é deixa-lo de lado e partir em busca de outro que consiga desempenhar a tarefa com mais qualidade. Isso se faz através do voto.

Precisamos estar atentos, votar certo e lembrar que não só o político deve ter conduta ilibada. Esta deve ser também uma característica do eleitor, pois ele é quem escolhe o seu representante. Sem responsabilidade, comprometimento e seriedade o eleitor poderá fornecer a corda para o seu próprio enforcamento e as coisas continuarão do mesmo jeito.

Administrar a coisa pública é muito mais do que fornecer telhado para a casa deste ou daquele, prometer emprego, camiseta, dentaduras, enfim... Administrar a coisa pública é zelar pelo patrimônio de todos, com ética e decência para assegurar interesses coletivos.  Todos nós precisamos de coisas básicas como saúde, educação e segurança. É pra isso que elegemos nossos representantes e é por isso que Óbidos deve lutar.

Estejamos atentos para cada plano de governo apresentado, sem esquecer que esses planos possuem regras e que não basta prometer asfaltar ruas e cuidar do carnaval. Precisamos de projetos bem feitos e fundamentados. Precisamos de transparência, pois já estamos cansados de não saber o que realmente acontece com o dinheiro público.

Precisamos pensar bem, repensar e, principalmente, respeitar o voto. Se o trocarmos por uma cesta básica, nada mais teremos a receber.

É isso mesmo... RESPEITAR O VOTO. Respeito é bom e todo mundo gosta!



Escrito por Pauxiuara às 21h28
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Já está na hora de virar o jogo!

O ano de 2012 chegou sem muito alerde. Parece que todos estavam ocupados com o carnaval que começou ainda em 2011. Ninguém, além do obidense, é capaz de compreender isso... Nosso povo dançou durante quase três meses e, considerando que um ano tem doze meses, não precisamos de muito para entender que três meses significam 25% de um ano inteiro.

Antes, a preocupação era entender as causas do plebiscito. Como ficou na mesma, a saída foi antecipar o carnaval para aproveitar o clima de festa dos interessados na “mesmice”.

Mas será que tudo ficara igual e o povo do Oeste do Pará continuará a ser ignorado, apesar do resultado regional do plebiscito?

- Sim! Mas como estamos em ano de eleição, isso basta para que as coisas “pareçam” ser diferentes.  Certamente aparecerão candidatos com promessas de consertar o que está errado e o governador (o mesmo que foi claramente contra a divisão do Estado), fará novas tentativas de, mais uma vez, enganar nossa gente, apoiando este ou aquele candidato já “de olho grande” nas eleições para o governo daqui ha dois anos. É assim que a coisa funciona.

Li sobre o início da construção do prédio do IFPA. Muito bom saber, mas teremos que fiscalizar e, se necessário, denunciar. Basta olhar para o terminal hidroviário que está lá, coitado, caindo aos pedaços, inacabado, para entendermos que inexiste comprometimento e seriedade. A antiga Praça dos Motoristas não foi inaugurada até hoje provavelmente porque faltou dinheiro para o coquetel e foguete. E o que dizer sobre a recuperação do Prédio do Forte?

Ora, se somos organizados para fazer o carnaval, divulgar nossa cultura, votar em massa a favor da divisão do Estado, está claro que temos força. Que tal pensarmos antes de fazer “campanhas eleitoreiras” e antes votar nas próximas eleições? Que tal usarmos nossa força para mostrar que estamos cansados?

Já está na hora de tirar a máscara, esquecer o carnaval e virar esse jogo!



Escrito por Obidense às 16h42
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Está na hora da onça beber água.

Não podemos mais admitir que na nossa cidade exista um hospital novinho em folha sem nenhum bisturi, sem camas, sem médicos, sem nada. Que a obra do porto de embarque continue parada e que sejamos vistos apenas como um “curral eleitoral”, como se aqui não existisse gente com dignidade, direitos, dores e necessidades.

Somos contribuintes, ora bolas. Apenas precisamos acreditar que a hora de amarrar a onça é essa.

Se ainda estamos duvidosos é porque sempre fomos mandados, enganados, diminuídos, desprezados e nunca entendemos, de fato, que a força está em nossas mãos. Por isso, no dia 11 de dezembro, pelo SIM ou pelo NÃO, teremos que lutar juntos. Se repartirmos, abriremos mão da única oportunidade de resolver a questão de uma vez por todas. Não podemos mais “deixar como está para ver como é que fica”. De qualquer forma, teremos que mudar!

Se optarmos pelo NÃO, precisaremos, obrigatoriamente, daqui para frente, dar um basta aos assédios de candidatos que aqui só aparecem de quatro em quatro anos e eleger, num futuro bem próximo, um obidense verdadeiro que nos represente lá na câmara dos deputados e diga que Óbidos existe e que o povo precisa de serviços básicos – saúde, educação, transporte, lazer e segurança. Mas tem que ser um obidense que tenha orgulho e comprometimento, pois só os projetos não bastam. Precisamos de ação, coragem, respeito, comprometimento e, sobretudo, orgulho de ser obidense.

Se optarmos pelo SIM, teremos maior chance de cuidar da nossa fatia com carinho e nos livrar desses tais candidatos profissionais, pois eles ficarão lá na “ilharga” de Belém para sempre e para a nossa salvação. Ainda assim, teremos que eleger um representante nosso – obidense de corpo e alma, que esteja disposto a abraçar a nossa causa e que nos dê conta do seu trabalho.

Está na hora da onça beber água e aqui em Óbidos pouco se fala sobre isso. As pessoas parecem não acreditar que é possível mudar.

Precisamos conversar para decidir, lembrando que isso só será possível se estivermos JUNTOS no SIM ou no NÃO e arcar com as conseqüências.

O que estamos esperando? 



Escrito por Sinhá às 09h44
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Nem tudo o que reluz é ouro!

Tenho observado os discursos sobre o SIM e o NÃO da divisão do Pará. Sinceramente nenhum lado me convenceu e eu estou aqui pensando exatamente no que fazer. 

Tem quem diga que o resultado de somar é maior do que o de dividir. Tem quem diga que o objetivo não é dividir o Pará, mas sim, multiplicá-lo. Lindo, não é? Chega a ser até engraçado, pois se o Pará, do jeito que está não é nada bom, que tal se multiplicarmos isso? Vai ficar uma coisa ruim multiplicada por três? É isso mesmo? Grande idéia!

Sabemos que o Pará é grande. Muito grande! Mas o que dizer do Brasil? Se formos nesse raciocínio teremos que fatiar o Brasil, correto?

Pensar que trazer a capital para mais perto resolverá a questão é pura ingenuidade, vez que as cidades que ficam em torno de Brasília são extremamente carentes de segurança, saúde, saneamento e por ai vai. Então, nada disso resolverá!

Sabemos, também, que muitas cidades próximas de Belém não são grandes coisas. A própria periferia de Belém merece alguns cuidados até então nunca tidos. Sabemos que nossas crianças morrem na maternidade por falta de cuidados. Portanto, de nada adianta querer proximidade da capital.

Acho que a nossa questão é outra e que a resposta não está no SIM ou no NÃO, mas nas próximas urnas para eleição de deputados, vereadores, prefeitos, governadores, senadores e o que mais tiver pela frente. Temos que parar de receber esmolas de candidatos que jamais se preocuparam com o bem estar da coletividade. Estou falando em coletividade, pois todos precisamos de segurança, saúde, lazer, educação, transporte e etc...

É meus amigos, eu estou pensando em não votar por entender que SIM ou NÃO são insuficientes para resolver essa questão. Por entender que o que precisamos é de gente comprometida comandando o nosso Estado. Quando isso acontecerá?

Lamentavelmente, no nosso país, política é profissão... Por isso, precisamos pensar, não nos deixar levar pelos discursos “programados” e lembrar que NEM TUDO O QUE RELUZ É OURO!



Escrito por Obidense às 19h06
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Eu e quem?

 

Estive olhando na internet e nada achei sobre a Lei Orgânica do Município, porém encontrei um site que nos dá conta sobre os valores repassados para a prefeitura. Não entendi muito bem o que cada coisa significa, mas não desistirei de buscar informações a respeito.

Existe o portal da transparência. Anote ai para dar uma olhada: http://pa.transparencia.gov.br/%C3%93bidos .

Fui mexendo mais e localizei outras informações importantes:  http://pa.transparencia.gov.br/%C3%93bidos/receitas/convenios?pagina=1#paginacao . São números expressivos que nós, na qualidade de cidadãos, precisamos acompanhar. Nesse local estão, dentre outros, registrados valores destinados a construção do hospital, mas nenhuma liberação para aquisição de equipamento. Como podemos deixar um hospital sem camas, cadeiras, macas e etc.? O que falta para que nós possamos fazê-lo funcionar? De onde virão esses recursos? Onde buscaremos a resposta? Nossos Deputados Estaduais, o que fazem em nosso favor?

Segui buscando mais informações e encontrei: http://www.obidos.pa.gov.br/portal1/intro.asp?iIdMun=100115082 . É o site da Prefeitura de Óbidos. Nele pude ver poucas coisas e fiquei sem entender o motivo da sua existência. Informações sobre as finanças, por exemplo, que mais me interessaria, não existem. Veja lá no lado esquerdo – “Contas Públicas” e “Finanças Municipais” = Nada!

O que pensar? Será que Óbidos é só uma fonte de votos? Impossível acreditar!

O que conforta é que a galeria de fotos do site da prefeitura está sendo atualizada. Dá pra ver na página inicial - onde tem notícias sobre o carnaval, uma foto de três palhaços. Quem são? Eu e mais dois!

 



Escrito por Pauxiuara às 18h18
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314 ANOS

 

Parabéns, Óbidos!

Passo aqui para deixar o meu carinho e dizer que tenho orgulho de ser obidense. Que tento seguir o exemplo de força, coragem e grandeza para que, assim como meus irmãos ilustres, eu também consiga honrar o teu nome e poder sempre dizer:

- “Seus filhos venceram!

    Ninguém a venceu!

    Minha formosa PAUXI!

    Querida terra natal! (Francisco Manuel Brandão)

 



Escrito por Sentinela às 22h14
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O caminho das pedras

Deixo aqui minha opinião:

Se as obras iniciadas em Óbidos não são concluídas é porque o povo permite que isso aconteça. Ninguém questiona nada e os que arriscam um palpite o fazem apenas com belos discursos. Isso não resolve! Precisamos agir e cobrar dos nossos representantes. Todos eles estão lá para trabalhar pelo bem comum.

Temos uma ferramenta fantástica nas mãos - a internet. O que nos falta mais?

O site Brasil Escola nos dia o seguinte: “Os vereadores são eleitos juntamente com o prefeito e têm a função de discutir as questões locais e fiscalizar o ato do Executivo Municipal (Prefeito) com relação à administração e gastos do orçamento. Eles devem trabalhar em função da melhoria da qualidade de vida da população, elaborando leis, recebendo o povo, atendendo às reivindicações, desempenhando a função de mediador entre os habitantes e o prefeito”.

Ora, se os vereadores devem atender as reivindicações dos habitantes, devemos nos dirigir a eles.

E diz mais: “Outra importante atribuição a um vereador é a elaboração da Lei Orgânica do Município. Esse documento consiste numa espécie de Constituição Municipal, na qual há um conjunto de medidas para proporcionar melhorias para a população local. O prefeito, sob fiscalização da Câmara de Vereadores, deve cumprir a Lei Orgânica”.

Quem de nós conhece a Lei Orgânica do nosso Município?

Quem toma conhecimento do que acontece na Câmara Municipal?

Não! Não é difícil saber. Basta acessar www.camaradeobidos.com.br e ver o que acontece por lá. Precisamos participar. Precisamos ajudar nossos representantes com idéias e sugestões. Não podemos nos limitar a jogar pedras. Isso não resolve!!!

Que tal começarmos hoje?

Que tal acompanhar as obras que serão feitas no Forte Pauxis e verificar se o que está sendo feito tem qualidade e atenderá as necessidades do nosso Município?

Que tal ajudar a cuidar do nosso patrimônio histórico?

Todos nós pisamos, diariamente, num potencial turístico fantástico. Nossa estória pode ser vendida para os turistas que aqui aportam, mas ninguém ainda se deu conta disso. Em outros lugares, uma única pedra de uma ruina qualquer gera renda para grande parte da população e nós nos limitamos a “reclamar” sem objetivo nenhum.

Precisamos mudar. Que tal começar hoje, acompanhando o site da câmara? É fácil. Vejamos:

1: Digite www.camaradeobidos.com.br

2: No lado esquerdo tem escrito “Acesso Rápido”. Clique lá.

3: Observe que existe um campo denominado “Fale com a Câmara”.

Pronto, já dei o caminho das pedras. Agora é só participar!

Hoje é o primeiro dia da primavera – as flores estão chegando. Um belo dia para se pensar em colher os frutos que nossa cidade produzirá num futuro próximo. Vamos dar as mãos e buscar soluções?



Escrito por Sinhá às 08h54
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Será?

A notícia (http://www.xupaosso.com.br/index.php/noticias/716-obras-de-restauracao-do-forte-pauxis-deverao-comecar-em-breve) diz que “a obra de restauração e requalificação do Forte Pauxis é um convênio entre o Governo Federal e a Prefeitura Municipal de Óbidos.” Não diz, porém, qual empresa realizará o trabalho e de quem é a responsabilidade pelo seu acompanhamento, fiscalização e etc.

Pelo que eu entendi o prazo para o início das obras não foi cumprido. Então, posso concluir que o prazo do término já está comprometido. Queira Deus essa não seja mais uma “estória pra boi dormir”...

O que acontece com a nossa cidade? O que falta para que as coisas lá possam funcionar direitinho? Ora bolas, se estamos entre as nove cidades beneficiadas no Estado, deveríamos levantar as mãos para o céu e cuidar do que tem que ser cuidado.

Desta vez teremos que brigar. Não podemos deixar mais uma obra apenas começada. Isso nós já temos de sobra!

A Praça José Veríssimo parece que agora vai. Não sei pra onde, mas vai. Torço para que as próximas enchentes não sejam grandes, pois apesar de não entender de engenharia, ainda posso ver. Lamento dizer, mas o que eu vi não é nada bom. Vi que o que era a praça dos motoristas virou nada – pelo menos por enquanto. Vi também indignação de um conterrâneo ao presenciar pessoas (provavelmente responsáveis pela obra) medindo o local. Chegou a ser engraçado porque mediram de lá, mediram de cá, anotaram, cochicharam e o conterrâneo perguntou: “- E ai, companheiros, ela cresceu?”

Depois do caso passado, fiquei sabendo que vira e mexe alguém vai lá e mede o comprimento, largura e etc. Disseram-me, ainda, que as árvores serão cortadas. Torço para que elas sejam substituídas e para que o bom senso permita que elas possam crescer.

Será?

 



Escrito por Obidense às 17h47
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Evolução. O que é isso?

Evoluir é mudar com o tempo. Pode-se mudar para melhor ou para pior. Não podemos esquecer que um câncer também evolui.

Aqui em Óbidos fica complicado compreender o significado dessa palavra, pois ela sempre tem os dois sentidos. É paradoxal mesmo. Vejamos:

Exemplo 1: antes não tínhamos ruas pavimentadas e hoje as temos. Temos poucas, é verdade, mas temos. São mal pavimentadas, também é verdade, mas são pavimentadas (?). Pelo menos temos alguma coisa – não é o melhor, mas também não é o pior.

Exemplo 2: Temos o início de uma obra que “serviria” de terminal para embarque e desembarque de passageiros. Não podemos dizer que não temos um terminal para embarque de pessoas, afinal ele só não está concluído. Também não podemos só dizer que a tal “obra” deixa nossa cidade mais feia, pois se quisermos evoluir (para melhor) teremos que enfrentar esses probleminhas com a “aparência”. A cidade não está bonita com aquela “coisa” é claro, mas é só por um tempo, pois a obra só tem quase 10 anos e isso é nada para uma cidade que tem mais de 300 anos. É ou não é?

Exemplo 3: Foram plantadas algumas árvores nas nossas ruas. É verdade que elas não produzem frutos e nem sombra. Não produzem frutos porque não são árvores frutíferas - até ai tudo bem. O problema é que elas não produzem sombra porque não as deixam crescer. Tem alguém especializado em providenciar os cortes dos galhos - sabe-se lá pra que. Talvez para que não produzam sombras mesmo!... Mas espera ai ... Pra que servem as árvores que não produzem frutos ou não nos dão sombras? Outro dia ouvi um conterrâneo dizer que essas árvores são iguais os meninos da Etiópia. É triste, mas é verdade. Basta olhar para a rua Dom Floriano, nas proximidades da feira. Por falar nisso....

Exemplo 4: Temos uma feira para produtores rurais. Não é bem para produtores rurais, claro. Lá existem produtos “importados” da china, do Paraguai, do nordeste e de muitos outros lugares. Mas não podemos deixar de dizer que lá também existem produtos rurais que chegam do Município de Santarém, de São Paulo e etc. Também ninguém avisou de onde seriam esses produtos, não é? Mas a feira não é só para produtos rurais? É... Bem... Não sei, mas pode ser que alguém esteja plantando recipientes plásticos, chaves de fenda, roupas, utensílios de cozinha e tudo mais. Não podemos dizer que isso não é evolução, afinal plantar isso tudo deve ser o máximo....

Exemplo 5: As barraquinhas usadas durante o período da festa de Santana, que outrora eram montadas antes e desmontadas depois da festa, agora ficam lá o ano inteiro. É verdade que elas só são usadas para as festividades durante uns 20 dias do ano, mas não podemos dizer que não houve evolução. Claro que houve – passamos da palha para a madeira. Pena que durante os outros dias do ano elas ficam esperando a próxima festa - cheias de ratos, baratas, mato e, segundo moradores das redondezas, servindo de motel para alguns. Isso é que é evolução: Barracas “multiuso”.

Exemplo 6: Acabaram-se as guerras e reina a paz. Essa sim é uma grande evolução. O que não é compreensível é permitir que a nossa estória também se acabe. Li, na semana passada, no site www.xupaosso.com.br , a matéria "Fortaleza Gurjão" 100 anos de abandono. Acabar a guerra é uma evolução das boas, mas destruir a estória não tem a menor graça.

Existem muitos outros exemplos e o que está em evidência é a “Divisão do Estado”. Dividir poderá significar evoluir (para melhor), mas se os políticos continuarem os mesmos que estão “lutando” para que isso aconteça, será uma péssima coisa. Por que eu digo isso? Porque votei num cidadão para me representar na qualidade de deputado federal e dois anos depois ele esqueceu-se de mim tentando ser prefeito de Santarém. Ele simplesmente tentou deixar de lado toda a nossa região... Hoje eu não sei exatamente o que ele está querendo, mas sei, com absoluta certeza, que ele jamais terá o meu voto!

Por isso eu chego a seguinte conclusão: Só evoluiremos (para melhor) se deixarmos de votar nesses políticos que ai estão... Com certeza!!!

 



Escrito por Sentinela às 15h11
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Uffa!

Felizmente o dia 7 de setembro passou. Uffa!!! Não aguentava mais os “baticuns” dos tambores.

Na juventude eu também gostava de tocar na banda da minha escola, mas não fazíamos tanto barulho. Alguns dizem que a barulheira acontece em função do tal concurso de fanfarras e eu me pergunto: Pra que serve um concurso de fanfarra? O que as escolas ganham é maior do que as despesas? Vale a pena incomodar tanto as pessoas? Sinceramente, tenho pena dos que moram mais perto das escolas... Coitados!

Vi, no dia primeiro, a abertura da Semana da Pátria.  Eram poucas pessoas, num sol escaldante, ouvindo falatórios sem nenhum objetivo. Tudo pareceu acontecer em nome da obrigação. Patriotismo que é bom, eu não percebi. Uma pena!

Nos dias 5 e 7 as comemorações aconteceram no início da noite e as coisas melhoraram um pouco. Menos calor = a mais ânimo! Pode ser....

Mas não dá pra falar só dos baticuns dos tambores. O que dizer dos carros que estacionam nas proximidades da praça do ó e ficam ouvindo musicas de mau gosto na maior altura? Pô, se as pessoas gostam de bregas e forrós com gravações eletrônicas (horríveis), devem comprar um equipamento que sirva para enfiar no ouvido, ou onde bem entender, e deixar o resto da população em paz.

Aparentemente não existe nada na legislação municipal acerca da Lei do Silêncio, já que a polícia não toma conhecimento sobre o que acontece por lá. Se existe, só me resta acreditar que a polícia é surda ou é conivente.

Mas Óbidos é sem lei mesmo... No mês de JUL uma banda de forró fez uma gravação sei lá do que e colou cartazes nos muros da cidade. A gravação aconteceu e os cartazes continuam até hoje causando poluição visual. Quem sabe esperam pelas chuvas que possam lavá-los?

Ou é farra ou fanfarra e ninguém é responsabilizado por absolutamente nada!

 



Escrito por Pauxiuara às 13h57
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Descansar..

Voltamos ao normal. As crianças partiram para estudar, depois de um mês de férias e muita festa. Nós ficamos por aqui, saudosos, esperando que o fim do ano chegue para que possamos recebê-las outra vez e curtir esse convívio gostoso, pois nada melhor do que a juventude para nos dar uma injeção de ânimo.

Os jovens são diferentes de nós e os conflitos são inúmeros, mas devo confessar que eles fazem muita falta. Acordam tarde ouvindo músicas estranhas e contam as peripécias e as paqueras da “pipoca” do dia anterior.

Tudo agora é diferente. Não existe mais o glamour do baile que antecede o dia 26 de julho. Ninguém mais se arruma para desfilar o “modelito” próprio para a ocasião e não se pede mais paletó emprestado. Sinto saudades do tempo antigo, mas confesso que era engraçado ver as damas chegarem arrumadas e os cavalheiros, orgulhosos, exibindo paletós mofados. Pensávamos assim: Lá vem o “fulano” e o “defunto” era maior... Sempre as mulheres caprichavam no visual, mas os homens não tinham alternativa. Eu bem sei o que significava dançar com um cara cheirando a cânfora - por mais bonito que fosse o camarada a coisa era complicada. Acho que por isso que as mulheres atuais cansaram e partiram para a independência.

Por outro lado, é interessante a mudança porque todos dançam - com ou sem roupa chique. Não existem mais regras e nem ingressos. Se a barraca da santa não couber, o povo dança na rua mesmo. Eu estava lá e arrisquei uns passos, acompanhando a turma do “sereno”.

Vi a festa seguir pelas ruas, numa manifestação de alegria contagiante. Sei que nem todos concordam com isso por acharem que as pessoas deveriam apenas tocar músicas sacras. Ora, se a alvorada é a continuação da festa do dia anterior como fazê-la sem cerveja e sem as músicas feitas para dançar? O fato de ter cerveja e carnaval não significa ausência de respeito pela religiosidade. Neste caso a fé se manifesta através da alegria e não pode ser medida. Tomar água não é sinônimo de nenhuma crença ou respeito.

Eu aplaudo os que mantêm a tradição e tem pique de agüentar firme até as oito da manhã, mesmo depois de uma noite sem dormir. Se não fosse por eles a alvorada não existiria, pois ela não faz parte do calendário da paróquia.

Agora é descansar!



Escrito por Sinhá às 14h09
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Se correr, o bicho pega....

As festividades de Sant’Anna 2011 chegaram ao fim. Foi um mês de muito movimento, mas sem grandes novidades. Os visitantes fizeram os mesmos programas de sempre e não encontraram nada muito diferente. Nessa época o que vale mesmo, além da fé que nos envolve, é o reencontro com amigos. A magia de receber um abraço fraterno supera as dificuldades de aqui chegar.

Existe em mim um amor telúrico indescritível que faz com que Óbidos seja um lugar diferente. Amor que me permite ver que a serra da escama continua linda, mesmo sem ter sido cuidada durante muitas décadas. Que o laguinho é um lugar perfeito para passeio de barco, ainda que a paisagem seja composta de banheiros a céu aberto e suas águas abriguem todo o lixo jogado pelas embarcações que dele se utilizam. É impressionante o número de garrafões de óleos de embarcações flutuando por todos os lados e são incontáveis os copos descartáveis que contrastam com a vegetação do nosso lago. Felizmente o que vem dos banheiros e pias de cozinhas ainda não se pode ver a olho nu.

Desculpem-me eu queria só falar das nossas coisas boas, mas eu tenho obrigação de também dizer que por aqui falta cuidado e educação. Penso sobre isso e não chego a lugar nenhum, portanto resta-me acreditar que os nossos administradores são cegos. Só assim eu posso entender tanto descaso e sujeira.

É verdade que aqui ainda se toma tacacá sentado na beira da calçada, existe fartura de pescado, por do sol e muitas outras coisas boas típicas de uma cidade de interior, mas também é verdade que as mazelas da cidade grande já chegam devagar e nós precisamos ficar atentos, pois ouvi falar em assaltos a mão armada (arma branca) nas proximidades da Pracinha do Ó. Dizem que os “di menó” esperavam as pessoas voltarem da Praça de Sant’Anna para roubarem celulares, dinheiro, relógios e o que mais fosse possível. Como aceitar isso? Como não responsabilizar as autoridades? Segurança é um dever do Estado e aqui não cabe discutir se a infração é cometida por menor ou maior de idade. O fato é que precisamos cortar o mal pela raiz. Existe um problema que precisa ser resolvido e ponto.

Estamos numa sinuca, essa é que é a grande verdade. Se dividirmos o Pará nossos problemas serão solucionados? Será que com a tal divisão aparecerão novos políticos que assumam o compromisso de melhor cuidar do que é público ou serão os mesmos que já estão de olho em novas oportunidades? Precisamos pensar bem...  

Se correr, o bicho pega. Se ficar, o bicho come!

 



Escrito por Pauxiuara às 18h43
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O resultado de somar é maior do que o de dividir.

Quero começar a segunda metade do ano mostrando o e-mail que recebi e que diz o seguinte:

Estudar?!!!

Ronaldinho Gaúcho : R$ 1.400.000,00 por mês. - "Homenageado na Academia Brasileira de Letras" pelo quê???

Tiririca : R$ 36.000,00 por mês, fora os auxílios e mordomias. "Membro da Comissão de Educação e Cultura do Congresso", mas não foi questionada a sua alfabetização???

Piso Nacional dos professores: R$ 1.187,00...

Moral da História:

Os professores ganham pouco, porque só servem para  ensinar coisas inúteis como ler, escrever e pensar.

Sugestão: Mudar a grade curricular das escolas, que passariam a ter as seguintes matérias:

- Educação Física:  Futebol

- Música:  Sertaneja, Pagode, Axé

- História: Grandes Personagens da Corrupção Brasileira; Biografia dos Heróis do Big Brother; Evolução do Pensamento das "Celebridades";

História da Arte: De Carla Perez a Faustão.

- Matemática: Multiplicação Fraudulenta do Dinheiro de Campanha; Cálculo Percentual de Comissões e Propinas.

- Português : ?????????????????????? Para quê ???????????????? O próprio MEC não está endossando os erros, as impropriedades linguísticas! ( A expressão "os livro" está  correta para  o MEC!)

- Literatura: ?????????????????????? Para quê???????????????????? Ronaldinho Gaúcho foi premiado pela Academia Brasileira de Letras. Por quê??????????????

- Biologia, Física e Química : Excluídas por excesso de complexidade...”

Então, fico aqui pensando se vale a pena estudar e chego à conclusão que vale, pois só existe um Ronaldinho, um Tiririca e só tem uma vaga para Presidente da República. Portanto, valorizemos a maioria que pensa, trabalha com honestidade, dignidade, competência e, claro, os que respeitam a nossa língua e nossa estória.

Precisamos fazer da escola a segunda casa e dos professores os segundos pais. Mas deixo claro que não me refiro a “casa da mãe Joana”. Refiro-me a casa onde está presente o respeito, a hierarquia, o amor e a responsabilidade. Os pais tem responsabilidade de bem orientar os filhos. Estes, a responsabilidade de estudar e valorizar os ensinamentos recebidos. Os professores, a missão maior de ensinar e preparar os alunos para um futuro transparente e digno.

Mas e ao governo cabe o que exatamente? Cabe, no mínimo, a obrigação de saber o que está acontecendo nas escolas públicas, valorizar os professores e mestres que ocupam esses lugares por mérito e capacidade e não por demagogia e enganação. Cabe oferecer condições para que o amanhã seja diferente e que tenhamos, como representantes do nosso País, pessoas capacitadas, dignas e merecedoras de respeito.

Sinceramente, é uma vergonha ver o Ronaldinho receber prêmio da Academia Brasileira de Letras. É uma vergonha ver nosso País cercado de abutres incompetentes fazendo nossas leis e ditando as regras para um povo sofrido e ingênuo. É uma vergonha ver gente lutando para aumentar o número de políticos, através da tentativa de criar novos Estados. É triste ver meu povo iludido e enganado.

Por isso tudo é que EU DIGO NÃO PARA A DIVISÃO DO PARÁ. Não vejo nenhum benefício a não ser o de aumentar os cargos políticos, pois se de um lado recebermos verbas, receberemos, de outro, um ralo enorme por onde essas verbas serão sugadas.

Eu sempre soube que o resultado de somar é muito maior do que o de dividir...

Hoje é dia Internacional do Cooperativismo. E cooperativismo nada mais é do que a união de pessoas visando o bem comum e que atuam de forma solidária, igualitária com justiça e ética.

 



Escrito por Obidense às 09h23
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O diabo inventou o MEC

No dia 07.06 comemora-se, no Brasil, o Dia da Liberdade de Imprensa. É um dia que não pode ser esquecido, pois essa liberdade, ainda que pequena, foi conquistada com muito esforço e à custa de muitas vidas. No resto do mundo a data é comemorada no dia 03.06.

Mas precisamos usá-la com cuidado para não atropelarmos a verdade e o bom senso. E é sobre o bom senso que eu gostaria de falar.

Nos últimos dias li notícias acerca do lançamento do livro escrito pela professora aposentada (graças a Deus), Sra. Heloisa Ramos – que usou mal a liberdade de imprensa. Essa senhora conseguiu vender, para o MEC, simplesmente 485 mil exemplares que foram ou serão distribuídos aos alunos. O livro é “didático”, chamado Por uma Vida Melhor, e faz parte da Coleção Viver, aprender. 

Acho que a escritora confundiu tudo, pois sabemos que ultimamente lutamos contra o preconceito, bulling e um monte de outras coisas ruins, mas daí a dizer que escrever e falar errado são “aceitáveis”, eu acho um pouco de exagero. Aceitável é uma pessoa ter uma opção religiosa, sexual, usar brinco no nariz, nos lábios, tatuagens e etc., mas falar e escrever errado não dá para engolir.

Segundo as notícias sobre o livro, a ideia da escritora foi ensinar aos alunos que é válido usar expressões, como “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”. Tenhamos a santa paciência! Como podemos aceitar isso? Perdemos a noção de certo e errado?

Após as críticas, a autora se defendeu dizendo que apenas quis mostrar que escrever e falar errado são meras formas de expressão que podem ser entendidas como “adequadas” e “não adequadas”. Afirma, ainda, que não devemos ter preconceitos contra essas formas de comunicação.

Ora, se o aluno vai à escola para aprender o certo, a forma de “ensinar” da “fessora” está na contramão da estória, pois escrever ou falar errado é ERRADO e ponto. Não se trata de preconceito, mas de CERTO e ERRADO.

Compreensível seria se os livros fossem destinados aos professores, pedindo cuidado sobre os métodos de ensino e orientando a forma de transmitir a forma correta de falar e escrever. Sem colocarem os alunos que ainda falam errado em situações constrangedoras, mostrarem como devemos usar nossa língua, corretamente. Nesse caso eu me calaria, mas se são 485 mil livros que foram distribuídos para os alunos, a “professora” está ensinando errado.

Estou com pena dos professores que ficam nas salas de aula e que terão se se virar com esse tal livro, pois ele dará margem para que os alunos escrevam o que bem entenderem e da forma como quiserem. E quem corrigirá as redações dos vestibulares e as provas dissertativas? Isso não existe mais?

Acho que é pura falta de respeito permitir que os alunos deixem a escola sem ter condições de aprender o que é correto. Eles precisam ter oportunidade de saber que “escrivinhar” é ERRADO. Se fizerem bom ou mau uso disso é problema deles, mas a obrigação do professor é, dentre outras, primar pelo nosso idioma falado e escrito.

Que me perdoe a “fessora” Heloísa, mas ela deveria escrever para outro público que não os estudantes.

A linguista Juliana Dias acredita que a escola deva ensinar exclusivamente a norma culta e usar a linguagem popular apenas como exemplo durante as explicações. “O popular não cabe para o ensino. Cabe somente para reflexão, discussão, e até para o combate ao preconceito com as formas mais simples de se falar”. E eu concordo plenamente com ela.

Pelo que percebo estão matando nossa língua aos poucos. Outro dia mesmo assassinaram o trema e outras coisas. Nossa lingüiça, que antes era saborosíssima, simplesmente virou linguiça. Devemos, por isso, falar preguiça e linguiça da mesma forma – usando o mesmo fonema? Claro que sim, pois a função do trema era a pronúncia da vogal “u”, nesse caso.

Gostaria mesmo de saber quem ganha com isso, já que os alunos só perdem com esse tipo de informação inútil. Será que é para justificar as aberrações que ouvimos nos últimos anos? Se for, estamos perdidos!

Alguém inventou a Gramática para nos ensinar. O diabo inventou o MEC, cuja função é atrapalhar...



Escrito por Pauxiuara às 10h00
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Não tem remédio

Infelizmente a situação da educação no nosso Brasil realmente é complicadíssima e sem solução aparente.

Resolver esse caos compete a todos. Aos eleitos, a responsabilidade de resolver a questão legal – mudanças de regras, melhoria de condições para o correto funcionamento das escolas. A nossa parte é conversar com nossas crianças, orientá-las melhor e informa-las sobre a importância da escola. Fazê-las compreender que elas estudam para benefício próprio. Ninguém estuda para o outro, portanto somente a elas cabe a responsabilidade de fazer bem feito.

Acho que cada pai tem a obrigação de orientar seus filhos e cada professor tem que fazer a sua parte da melhor forma possível, pois como disse Antoine de Saint-Exupéry “amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção”.

Façamos isso, então – pais e professores olhando na mesma direção, educando e mostrando o melhor caminho. Não existe gesto de amor maior e mais importante do que esse.

Poderíamos pensar em mudar nossas leis e torná-las mais severas. Quem sabe a coisa funcionaria melhor? Ao sujar a parede da escola o aluno já deveria saber que teria que limpá-la. Por que não? Não estudou durante o período normal, fica estudando na hora do recreio. Qual é o problema? É apenas uma questão de escolha, afinal escola não é parque de diversão. Não acho que isso se enquadra no chamado “bulling”.

Tenho consciência de que sei que serei mal interpretada, mas posso assegurar que fui educada assim e não morri. Tudo no meu tempo era na base da “negociação” – não passou de ano, não tinha folga nas férias. Estas eram utilizadas para leituras e estudos com o objetivo de recuperar o tempo perdido. Sabe o que o que aconteceu? Todos nós aprendemos, respeitamos nossos mestres e valorizamos cada “b-a-bá”.

Mas essa é uma questão complexa, pois sabemos que existem políticos desinteressados e pais que mandam os filhos para escola apenas para sentirem-se livres deles. Para isso não tem remédio...



Escrito por Sinhá às 21h49
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