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O caminho das pedras

Deixo aqui minha opinião:

Se as obras iniciadas em Óbidos não são concluídas é porque o povo permite que isso aconteça. Ninguém questiona nada e os que arriscam um palpite o fazem apenas com belos discursos. Isso não resolve! Precisamos agir e cobrar dos nossos representantes. Todos eles estão lá para trabalhar pelo bem comum.

Temos uma ferramenta fantástica nas mãos - a internet. O que nos falta mais?

O site Brasil Escola nos dia o seguinte: “Os vereadores são eleitos juntamente com o prefeito e têm a função de discutir as questões locais e fiscalizar o ato do Executivo Municipal (Prefeito) com relação à administração e gastos do orçamento. Eles devem trabalhar em função da melhoria da qualidade de vida da população, elaborando leis, recebendo o povo, atendendo às reivindicações, desempenhando a função de mediador entre os habitantes e o prefeito”.

Ora, se os vereadores devem atender as reivindicações dos habitantes, devemos nos dirigir a eles.

E diz mais: “Outra importante atribuição a um vereador é a elaboração da Lei Orgânica do Município. Esse documento consiste numa espécie de Constituição Municipal, na qual há um conjunto de medidas para proporcionar melhorias para a população local. O prefeito, sob fiscalização da Câmara de Vereadores, deve cumprir a Lei Orgânica”.

Quem de nós conhece a Lei Orgânica do nosso Município?

Quem toma conhecimento do que acontece na Câmara Municipal?

Não! Não é difícil saber. Basta acessar www.camaradeobidos.com.br e ver o que acontece por lá. Precisamos participar. Precisamos ajudar nossos representantes com idéias e sugestões. Não podemos nos limitar a jogar pedras. Isso não resolve!!!

Que tal começarmos hoje?

Que tal acompanhar as obras que serão feitas no Forte Pauxis e verificar se o que está sendo feito tem qualidade e atenderá as necessidades do nosso Município?

Que tal ajudar a cuidar do nosso patrimônio histórico?

Todos nós pisamos, diariamente, num potencial turístico fantástico. Nossa estória pode ser vendida para os turistas que aqui aportam, mas ninguém ainda se deu conta disso. Em outros lugares, uma única pedra de uma ruina qualquer gera renda para grande parte da população e nós nos limitamos a “reclamar” sem objetivo nenhum.

Precisamos mudar. Que tal começar hoje, acompanhando o site da câmara? É fácil. Vejamos:

1: Digite www.camaradeobidos.com.br

2: No lado esquerdo tem escrito “Acesso Rápido”. Clique lá.

3: Observe que existe um campo denominado “Fale com a Câmara”.

Pronto, já dei o caminho das pedras. Agora é só participar!

Hoje é o primeiro dia da primavera – as flores estão chegando. Um belo dia para se pensar em colher os frutos que nossa cidade produzirá num futuro próximo. Vamos dar as mãos e buscar soluções?



Escrito por Sinhá às 08h54
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Será?

A notícia (http://www.xupaosso.com.br/index.php/noticias/716-obras-de-restauracao-do-forte-pauxis-deverao-comecar-em-breve) diz que “a obra de restauração e requalificação do Forte Pauxis é um convênio entre o Governo Federal e a Prefeitura Municipal de Óbidos.” Não diz, porém, qual empresa realizará o trabalho e de quem é a responsabilidade pelo seu acompanhamento, fiscalização e etc.

Pelo que eu entendi o prazo para o início das obras não foi cumprido. Então, posso concluir que o prazo do término já está comprometido. Queira Deus essa não seja mais uma “estória pra boi dormir”...

O que acontece com a nossa cidade? O que falta para que as coisas lá possam funcionar direitinho? Ora bolas, se estamos entre as nove cidades beneficiadas no Estado, deveríamos levantar as mãos para o céu e cuidar do que tem que ser cuidado.

Desta vez teremos que brigar. Não podemos deixar mais uma obra apenas começada. Isso nós já temos de sobra!

A Praça José Veríssimo parece que agora vai. Não sei pra onde, mas vai. Torço para que as próximas enchentes não sejam grandes, pois apesar de não entender de engenharia, ainda posso ver. Lamento dizer, mas o que eu vi não é nada bom. Vi que o que era a praça dos motoristas virou nada – pelo menos por enquanto. Vi também indignação de um conterrâneo ao presenciar pessoas (provavelmente responsáveis pela obra) medindo o local. Chegou a ser engraçado porque mediram de lá, mediram de cá, anotaram, cochicharam e o conterrâneo perguntou: “- E ai, companheiros, ela cresceu?”

Depois do caso passado, fiquei sabendo que vira e mexe alguém vai lá e mede o comprimento, largura e etc. Disseram-me, ainda, que as árvores serão cortadas. Torço para que elas sejam substituídas e para que o bom senso permita que elas possam crescer.

Será?

 



Escrito por Obidense às 17h47
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Evolução. O que é isso?

Evoluir é mudar com o tempo. Pode-se mudar para melhor ou para pior. Não podemos esquecer que um câncer também evolui.

Aqui em Óbidos fica complicado compreender o significado dessa palavra, pois ela sempre tem os dois sentidos. É paradoxal mesmo. Vejamos:

Exemplo 1: antes não tínhamos ruas pavimentadas e hoje as temos. Temos poucas, é verdade, mas temos. São mal pavimentadas, também é verdade, mas são pavimentadas (?). Pelo menos temos alguma coisa – não é o melhor, mas também não é o pior.

Exemplo 2: Temos o início de uma obra que “serviria” de terminal para embarque e desembarque de passageiros. Não podemos dizer que não temos um terminal para embarque de pessoas, afinal ele só não está concluído. Também não podemos só dizer que a tal “obra” deixa nossa cidade mais feia, pois se quisermos evoluir (para melhor) teremos que enfrentar esses probleminhas com a “aparência”. A cidade não está bonita com aquela “coisa” é claro, mas é só por um tempo, pois a obra só tem quase 10 anos e isso é nada para uma cidade que tem mais de 300 anos. É ou não é?

Exemplo 3: Foram plantadas algumas árvores nas nossas ruas. É verdade que elas não produzem frutos e nem sombra. Não produzem frutos porque não são árvores frutíferas - até ai tudo bem. O problema é que elas não produzem sombra porque não as deixam crescer. Tem alguém especializado em providenciar os cortes dos galhos - sabe-se lá pra que. Talvez para que não produzam sombras mesmo!... Mas espera ai ... Pra que servem as árvores que não produzem frutos ou não nos dão sombras? Outro dia ouvi um conterrâneo dizer que essas árvores são iguais os meninos da Etiópia. É triste, mas é verdade. Basta olhar para a rua Dom Floriano, nas proximidades da feira. Por falar nisso....

Exemplo 4: Temos uma feira para produtores rurais. Não é bem para produtores rurais, claro. Lá existem produtos “importados” da china, do Paraguai, do nordeste e de muitos outros lugares. Mas não podemos deixar de dizer que lá também existem produtos rurais que chegam do Município de Santarém, de São Paulo e etc. Também ninguém avisou de onde seriam esses produtos, não é? Mas a feira não é só para produtos rurais? É... Bem... Não sei, mas pode ser que alguém esteja plantando recipientes plásticos, chaves de fenda, roupas, utensílios de cozinha e tudo mais. Não podemos dizer que isso não é evolução, afinal plantar isso tudo deve ser o máximo....

Exemplo 5: As barraquinhas usadas durante o período da festa de Santana, que outrora eram montadas antes e desmontadas depois da festa, agora ficam lá o ano inteiro. É verdade que elas só são usadas para as festividades durante uns 20 dias do ano, mas não podemos dizer que não houve evolução. Claro que houve – passamos da palha para a madeira. Pena que durante os outros dias do ano elas ficam esperando a próxima festa - cheias de ratos, baratas, mato e, segundo moradores das redondezas, servindo de motel para alguns. Isso é que é evolução: Barracas “multiuso”.

Exemplo 6: Acabaram-se as guerras e reina a paz. Essa sim é uma grande evolução. O que não é compreensível é permitir que a nossa estória também se acabe. Li, na semana passada, no site www.xupaosso.com.br , a matéria "Fortaleza Gurjão" 100 anos de abandono. Acabar a guerra é uma evolução das boas, mas destruir a estória não tem a menor graça.

Existem muitos outros exemplos e o que está em evidência é a “Divisão do Estado”. Dividir poderá significar evoluir (para melhor), mas se os políticos continuarem os mesmos que estão “lutando” para que isso aconteça, será uma péssima coisa. Por que eu digo isso? Porque votei num cidadão para me representar na qualidade de deputado federal e dois anos depois ele esqueceu-se de mim tentando ser prefeito de Santarém. Ele simplesmente tentou deixar de lado toda a nossa região... Hoje eu não sei exatamente o que ele está querendo, mas sei, com absoluta certeza, que ele jamais terá o meu voto!

Por isso eu chego a seguinte conclusão: Só evoluiremos (para melhor) se deixarmos de votar nesses políticos que ai estão... Com certeza!!!

 



Escrito por Sentinela às 15h11
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